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Seleção Feminina supera Cuba e enfrenta o Japão

Da Redação
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No duelo contra a força cubana, prevaleceu o talento do Brasil. Na madrugada de ontem, a Seleção feminina comandada por José Roberto Guimarães superou as rivais por 3 sets a 1 (25/19, 25/27, 25/20 e 25/21), em 1h38, e conquistou sua segunda vitória no Grand Prix 2006. A partida foi realizada no Ariake Coliseum, em Tóquio. O próximo adversário na luta pelo hexacampeonato será o Japão, às 6h (de Brasília) de hoje.

Apesar da derrota, a cubana Ortiz foi a maior pontuadora da partida, com 23 acertos. Pelo Brasil, quem mais pontuou foi Sassá, com 18.

Para Zé Roberto, a partida contra Cuba foi um bom teste. “Foi um jogo importante para que a equipe aprenda e cresça. Principalmente quando pressionada. Cuba jogou bem mais do que na partida contra o Japão. Elas atacaram e sacaram com agressividade. A entrada da Ortiz deu um equilíbrio maior no passe e no ataque. Mas fiquei satisfeito com a nossa equipe, que soube sair de situações difíceis. Mas marcamos nove pontos de bloqueio e isso poderia ter sido melhor”, analisa o treinador.

As vitórias nos dois primeiros jogos não significam relaxamento e tranqüilidade para as brasileiras. A equipe treinou antes de enfrentar Cuba e assim que a partida terminou, foi para a academia fazer exercícios de força.

Principal arma na estréia contra a Coréia do Sul, o saque mais uma vez foi um diferencial do Brasil e quebrou o passe cubano em vários momentos do primeiro set. Com a entrada de Ortiz no lugar de Carcaces, Cuba aumentou seu poder de ataque. Mas a capitã Fofão usou todo o seu farto repertório de jogadas e a equipe brasileira venceu por 25/19.

No quarto set, Zé Roberto manteve Mari no lugar de Jaqueline - alteração feita no terceiro set. E com um ataque da ponteira, o Brasil abriu 10/6. Nos momentos complicados, Fofão tirava uma jogada diferente da cartola ou Sassá descia o braço. Na última bola, Ortiz, que dificultou a vida das brasileiras durante toda a partida, parou no bloqueio de Walewska: 25/21.

“Foi muito legal parar a Ortiz exatamente no último ponto. Ela entrou bem, errou pouco. Foi um bom jogo. Sabemos que temos de passar por esses desafios no Grand Prix. E eles também servem como treinamento para o Mundial. Sacamos bem desde a estréia e temos de continuar assim contra o Japão. É uma equipe que joga rápido e está mais regular”, analisa Waleswka.

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