A questão da orientação sexual sempre foi um ponto muito polemizado e estudado. Na Grécia Antiga idolatravam-se o amor e a beleza em sua forma mais natural, sendo normal o relacionamento sexual entre estes e seus mentores. Em Roma, tal prática também era comum na Antiguidade, entretanto, deveria ser respeitada uma certa hierarquia, não podendo um superior ser passivo sexualmente em ralação aos seus subalternos.
Atualmente, os homossexuais sofrem uma grande discriminação tanto por parte da sociedade quanto da Igreja e da Legislação, que combatem severamente o homossexualismo, impondo pesadas punições aos seus adeptos.
Primeiramente, cabe ressaltar que uma das grandes divulgadoras deste notável preconceito é a mídia, que constantemente lança imagens discriminatórias através da caixa quadrada de raios azulados, traçando um estereótipo - que deve ser indiscutivelmente seguido por todos - e considerando qualquer diversidade um alomorfismo.
Evidentemente, de acordo com estudos e pesquisas realizados, o homossexualismo não pode ser considerado puramente como uma opção, uma vez que apresenta uma multicausalidade, destacando-se predisposição genética, alterações hormonais durante a gestação, traumas infantis, mau relacionamento familiar e fatores sociais negativos.
Com base no que foi apresentado, mostra-se sobressalente a necessidade da adoção de medidas que combatam a divulgação de idéias discriminatórias, e acima de tudo que promovem a aceitação social e familiar quanto a orientação sexual de todos os indivíduos.
Joana Teresa Bisinella de Faria - estudante da terceira série do ensino médio - RG 44.088.095-6