A busca, cada vez maior, por uma melhor qualidade de vida transformou áreas como a estética em um bom negócio. A constatação é da diretora da RH Assessoria, Daniela Gibin Duarte. “As pessoas querem se sentir bem e isso se tornou um bem de consumo. Viver melhor é também sentir-se mais bonito”, diz ela.
Há 13 anos trabalhando com estética facial e corporal, a esteticista Roseli Mara Zanardo conta que a busca pela beleza superou preconceitos e hoje é comum encontrar homens nas clínicas, algo muito raro há pouco tempo.
Se aumentou o público em busca da beleza e do bem-estar, aumentou também o número de pessoas que querem trabalhar com isso. Entre os interessados estão universitários e jovens já formados, como a jornalista Fernanda Cristina Ribeiro da Silva, que há um ano faz curso de estética no Senac.
Segundo ela, o interesse pela profissão surgiu quando a mãe fez cirurgia plástica. “Eu acompanhei todo o tratamento dela e um dia o médico me incentivou a fazer o curso”, relembra Fernanda, que gostou da idéia e mais ainda da sua nova profissão.
Segundo a professora Roseli, quando a escola abre para o atendimento ao público, a presença de homens para limpeza de pele ou uma massagem relaxante, entre outros serviços, é bastante comum. “A beleza é vista hoje por muitas pessoas como um marketing pessoal”, explica. (AC)