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Pacientes aprovam a prótese

Luiz Galano
| Tempo de leitura: 1 min

Depois de três anos usando dentadura, o aposentado Adenor Batista Pereira voltou a sentir os dentes na boca. “Hoje é meu primeiro dia com a prótese. Está tudo muito bom, não machucou nada e ainda por cima parece que é dente de verdade”, afirma o paciente, que não revelou como iria testar a eficácia do procedimento.

A aposentada Maria de Lourdes Watzech da Silva está com a prótese desde março e sua sensação a mesma de Pereira. “Eu usava ponte móvel, o que fragilizou todos os dentes restantes. Não tinha mais nem condição de mastigar. Então decidi arrancar todos os dentes e colocar a prótese. Depois de tudo, fiquei no céu. Não tenho nem palavras para agradecer o que essas pessoas fizeram por mim”, se emociona.

Lourdes parabeniza todos do instituto e ressalta o quanto gastaria se o tratamento fosse realizado em clínicas particulares. “Você precisa ver como esta equipe é atenciosa e comunicativa, dá até gosto. Além disso, nunca teria direito para pagar por isso. Eu pesquisei e descobri que iria custar cerca de R$ 15 mil se fosse feito em clínicas normais”, revela a paciente que voltou a sorrir.

O professor Per-Ingvar Branemark não esconde a felicidade ao encontrar um paciente recuperado. A sensação é recíproca, já que, durante a visita ao instituto, a reportagem do JC encontrou dois pacientes que não esconderam a alegria que tiveram ao voltar a sorrir, depois de terem implantado próteses dentárias.

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