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Programa mostra obsessão por robôs

Folhapress
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O termo robô (adaptado do tcheco “robota”, trabalho escravo) surgiu em 1921 para designar a máquina que, assumindo as funções degradantes da labuta diária, libertaria o proletariado e o alçaria a mestre da criação. Mas a engrenagem capitalista não conduziu as coisas nessa direção... O registro, pelo cinema, dessa transição da euforia tecnológica para o temor de um levante das engenhocas é o tema do primeiro episódio da série “Monstros Adoráveis”, que o GNT exibe hoje, às 21h.

Tendo como ponto de partida o ícone Frankenstein, o programa traça um painel da obsessão humana por brincar de Deus. Na tela grande, o fascínio transparece em “Exterminador do Futuro”, “Metrópolis” e “Westworld”. O joguete começa a desandar quando os andróides ensaiam um motim, como em “Blade Runner”.

No fim, o programa recorre à fantasia ciborgue de “Robocop” para indagar: o robô do futuro, homem alterado por transplantes e implantes, já não está entre nós?

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