Turismo

Meca à moda santista

Eliane Barbosa
| Tempo de leitura: 2 min

Assim como ocorre no Espírito Santo e Curitiba, que têm seus pratos típicos, a moqueca capixaba e o barreado, Santos também elegeu seu carro-chefe: meca à moda santista, que vem com acompanhamento especial– palmito pupunha, camarão e banana -.

A meca é um dos peixes mais procurados pelos turistas. “Todos os ingredientes são produtos típicos da região. Não faria sentido adicionar purê de maçã em vez de banana, por exemplo”, explica a secretária de Turismo, Wânia Seixas.

Há inúmeros restaurantes credenciados para quem quer provar a delícia, garantindo pique para depois caminhar pelo Centro Histórico, cenário de novelas, minisséries e campanhas publicitárias, e depois embarcar no bonde da Linha Turística.

A rua Quinze de Novembro, que na época áurea do café era conhecida como Wall Street Brasileira, ganhou mais encanto depois da reforma de 2002. Novo calçamento e iluminação de época foram incorporados à restauração. A rua conta com diferentes restaurantes e cafés. Toda sexta-feira o programa é o “Música na XV”, happy hour garantido com música ao vivo, a partir das 18h.

Logo na entrada da Bolsa do Café, na rua Quinze de Novembro, 95, o visitante depara-se com a Sala de Pregões. Nessa volta ao passado, o turista fica imaginando quantos barões cafeeiros, que vendiam e compravam mercadorias, devem ter passado por ali. Pinturas de Benedito Calixto, que também tem obra no Museu do Ipiranga, em São Paulo, enfeitam as paredes.

Com 6.000 metros de área construída, o prédio da Bolsa abriga uma cafeteria, lugar ideal para tornar o cafezinho que sucede o almoço, já que ali é saboreado e vendido o café brasileiro tipo exportação. O edifício dispõe do Museu dos Cafés do Brasil, com mostras de arte temporárias. O horário de atendimento é de terça a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos, das 10h às 17h.

Para os católicos mais fervorosos, não faltam opções. Santos possui igrejas com detalhes barrocos: as duas igrejas do Carmo, a Santo Antônio do Valongo e a do Rosário, onde se escondiam os negros para fugir.

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