Quem passa pela rodovia Bauru-Jaú, na altura da passarela de pedestres do Distrito Industrial, já notou a quantidade de blocos de concreto quebrados na pista. Para quem não sabe como isso ocorre, eu vou explicar. Um “marginal” fica em cima da passarela (que é completamente sem iluminação no período noturno), aguardando pelos veículos que passam, neste momento ele lança o bloco de concreto, visando atingir o pára-brisas do mesmo obrigando o condutor a pará-lo, momento em que dois ou três indivíduos saem do mato, à beira do acostamento, para efetuar o roubo. O mais triste em tudo isso é que essa vem sendo uma prática reiterada, executada a mais ou menos 300 metros de uma base da Polícia Militar. E se você, vítima, ligar para o 190, terá como resposta: “Nós vamos averiguar, senhor”. Aí eu me pergunto: “Quando?”. Quando eles não quiserem mais só roubar e passarem a espancar e matar suas vítimas para se divertir num domingo à noite, porque está tão fácil. Este é um alerta às pessoas que fazem este caminho. Meu namorado foi vítima deste ato no último domingo, por volta das 20h. Graças a Deus não houve feridos, restando apenas danos materiais, uma vez que o teto do veículo ficou muito danificado. Este é o preço que o cidadão de bem e honesto tem que pagar. Vivemos cercados de bandidos, corremos risco onde quer que vamos. Vivemos amedrontados e não temos retaguarda ou a menor demonstração de empenho na solução dos problemas das autoridades competentes. Não queremos averiguação, queremos solução. (Talita Rafaela Maldonado - RG 32.279.380-4)
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