Em uma viagem pelo interior, o motorista do Lula atropela um cachorro. Pára para socorrê-lo, mas ele já está morto. O motorista para o Lula: “Presidente, não podemos fazer nada, o cachorro morreu.” Avistam uma casa, possivelmente do dono do cachorro.
Lula ordena ao seu motorista para ir até a casa e explicar o acontecido oferecendo-se para indenizá-lo ou dar um outro cachorro ao dono.
O motorista vai. Passada mais de meia hora ele volta bêbado e eufórico. E Lula, irritado, pergunta o que aconteceu, e o motorista relata: “Bati à porta e o dono apareceu. Eu disse: sou o motorista do Lula e matei o cachorro.” Foi aquela festa com pinga, cerveja e vinho para comemorar.
Cirso Mendes Silveira