Havana - O Irã, a Síria e Coréia do Norte estão entre os mais de 100 Estados participantes da 14.ª Cúpula dos Países Não-Alinhados, em Cuba, que querem ampliar a definição mundial de “terrorismo” para incluir a invasão israelense do Líbano e a ocupação americana no Iraque.
Vários dos 118 países que enviaram representantes para a cúpula - incluindo 50 chefes de Estado - reclamam que países mais poderosos, como os EUA e Israel, decidem a definição mundial de quem são os terroristas, mas não sofrem nenhuma punição por seus atos de agressão.
O Brasil, que participa como observador, será representado pelo chanceler Celso Amorim. Uma primeira versão da declaração conjunta do Movimento dos Não-Alinhados condena o “terrorismo sob todas as suas formas”, sobretudo a violência contra civis.