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Inquérito vai apurar possível troca de bebês em P. Ferreira

Folhapress
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Campinas - O Ministério Público de Porto Ferreira (228 quilômetros de SP) pediu ontem a abertura de inquérito policial para apurar o suposto desaparecimento de um bebê do sexo masculino logo após o seu nascimento há três anos. Um casal da cidade desconfiou que o filho dado como morto, dez horas após o nascimento, não era o bebê deles. A mãe, Alessandra Rodrigues, deu à luz gêmeos, em 2003.

Um exame de DNA feito após a exumação do corpo do bebê, em 2005, era a prova que faltava para que os pais constatassem que o filho foi trocado na maternidade e pode estar vivo com outra família. Na época, os médicos da Santa Casa de Porto Ferreira atestaram que o bebê teve uma parada cardiorrespiratória.

Segundo o pai, Luiz Carlos Rodrigues, a Funerária Ferreirense fez o enterro sem velório e com o caixão lacrado. O dono da funerária nega a acusação.

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