Belém é exemplo de preservação não só no Circuito Histórico. Três antigos armazéns franceses do início do século passado e um galpão também foram motivo de estudos e de obras, transformados em 2000 na Estação das Docas.
Trata-se de um dos cartões-postais da cidade, projetado para incrementar o turismo no Estado e que hoje, por sua beleza arquitetônica e pela natureza que lhe serve de cenário, se tornou um novo espaço de lazer urbano, de encontro informal de empresários, palco de grandes negócios e espetáculos artísticos.
A Estação, como também é conhecida, possui 500 metros de orla fluvial, urbanizada e dividida entre os armazéns e o galpão Mosqueiro-Soure, numa área de 32 mil metros quadrados. No Armazén 1, Boulevard das Artes, funcionam os memoriais que guardam a história do porto de Belém e do Forte de São Pedro Nolasco; uma galeria de arte; uma minifábrica de cervejas; barracas de artesanato; quiosques de comidas regionais e café; bares, lojas de serviços e bancos 24 horas.
No Armazém 2 , Boulevard da Gastronomia, ficam seis dos melhores restaurantes da cidade e uma sorveteria especializada em sorvetes de frutas regionais.
No Armazém 3, Boulevard das Feiras e Exposições, há um hall para grandes eventos e o Teatro Maria Sylvia Nunes, com equipamentos para cinema.