A doutrinação em torno do voto consciente, para que não se anule esse direito democrático (sic!), vem sendo abordada por grupos de políticos, ONGs, Associação dos Magistrados, Justiça Eleitoral, esta por sinal é contraditória, proibiu mostrar casos comprovados de corrupção, caixa 2, sanguessugas, Waldomiro, dólares na cueca, fatos de conhecimento público, mas que a Justiça Eleitoral considerou ofensivos.
E a enxurrada de hipocrisias e sandices que somos obrigados a ver e a ouvir? Isso não tem problema. São os critérios usados pela legislação eleitoral, que prima pelo respeito ao eleitor. Não anula licença de candidatos acusados, processados e ainda proclamam que a população não está preparada para o voto livre. É a “força” da democracia.
Carlos Iunes - engenheiro - RG 8.859.121