A servidora municipal Júlia Maria Andreoli se retratou nesta semana, perante o Ministério Público, do fato de ter mentido para tentar inocentar o prefeito Adilson Donizeti. A falsa declaração causou o indiciamento criminal dela, do comerciante Leandro Aparecido Fermino e dos funcionários públicos Antonio Celso da Cunha, José Éder Pereira da Silva e Benedito Carlos de Souza. Pela legislação brasileira, a retratação antes da sentença judicial isenta a testemunha de pena.
Segundo apurou a reportagem, Júlia desmentiu suas declarações anteriores à polícia. A imprensa não teve acesso aos detalhes do novo depoimento da servidora.