São apenas adjetivos que se dá às pessoas com 60 anos ou mais, mas que estão vivas.
Até há pouco tempo, uma pessoa com 40/50 anos era tida como “velha”, tinha pouca serventia. Às vezes era vista apenas como uma peça decorativa numa casa de família.
Hoje, porém, o “idoso”, o “velho”, já não sofre tanto preconceito. O sentido pejorativo da palavra “idoso” perdeu sua força. Nas últimas duas décadas, muitas coisas mudaram: melhores políticas salariais, melhorias na saúde pública, o novo “Estatuto da Pessoa Idosa” em vigor. Mas muito ainda precisa ser feito.
Você, amigo(a), que já se encontra na “melhor idade”, viva, não deixe que a vida se encerre pelos vãos dos dedos... Não precisa correr, mas saiba onde está e para onde deseja ir. Procure e faça cursos, não tenha medo de aprender, sempre é tempo. Não se preocupe com o que falam de você, pois você é quem sabe o que é melhor para si mesmo. Saber não ocupa espaço e é um fardo leve de se carregar.
Busque novos desafios, pois correndo riscos é que crescemos, o erro de hoje é o acerto bem maior do futuro. Tente sempre, você é capaz e principalmente não deixe de lado, nosso bem maior é Deus, ore muito e siga os mandamentos que o Senhor nos deixou.
E você que é só, encare a possibilidade de um novo amor. Não diga “não há mais tempo”. Isso é mito.
Hoje vivemos um momento psicológico novo, onde temos mais liberdade, onde tudo é possível, desde um novo emprego, uma nova casa, até relacionamentos nunca sonhados anteriormente. Sonhe, dê asas aos sonhos, às fantasias. Não tenha medo de sair do lugar, de abrir as janelas do coração para a realidade da vida, seja qual for, para dar mais vida ao ser humano, ou seja, você mesmo(a). O amor dá um novo sentido à vida.
Amigo(a), seja sempre jovem de espírito e para que isso aconteça, faça cursos de atualização, tenha amigos, dance, namore, tenha sempre um sorriso na face, pois é velho quem tem rugas na alma.
E para finalizar, transcrevo um trecho de uma palestra de Drian Dison, que foi presidente da Coca-Cola: Ontem é história. Amanhã é mistério, Hoje é dádiva, por isso se chama presente.
A autora, Maria Helena Pinho de Assis, é professora