Internacional

Atirador morre após invadir escola

Folhapress
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Bailey - Um homem armado morreu ontem após invadir uma escola em Bailey, no Condado de Jefferson, no Colorado, fazendo seis pessoas reféns e efetuando dois disparos. Uma estudante ficou ferida no confronto entre o homem e a polícia. Segundo a imprensa local, o atirador morreu depois que uma equipe da Swat (grupo policial de elite) entrou na escola e libertou os reféns. Não ficou claro se o homem foi morto pela polícia ou cometeu suicídio. Há relatos de que ele tenha se matado após a entrada dos policiais.

Centenas de estudantes foram retirados do prédio da escola Platte Canyon logo após a invasão, quando dois supostos disparos foram efetuados pelo atirador. Quatro dos seis reféns foram libertados em seguida, mas duas garotas permaneceram nas mãos do atirador por cerca de três horas.

O porta-voz do Departamento de Segurança Pública, Lance Clem, confirmou a morte do atirador, mas não forneceu detalhes. As condições de saúde da garota ferida também não foram divulgadas pela polícia, mas, segundo a imprensa local, ela ficou gravemente ferida e teve de ser transportada de helicóptero para um hospital. A segunda garota libertada teria escapado ilesa. A polícia não divulgou a identidade do homem armado nem dos estudantes feitos reféns.

A retirada dos estudantes ocorreu após dois fortes barulhos, supostamente de tiros. “Eu não sei que barulhos foram aqueles”, afirmou Jan Howard, secretária da escola.

A escola, que fica perto do rio South Platte, cerca de 56 quilômetros ao sudoeste de Denver, conta com 770 estudantes. Outras escolas da região foram colocadas em alerta, o que significa que os alunos não teriam permissão para ir para casa até que os diretores digam que é seguro. A escola vizinha de Fitzsimmons também foi esvaziada após os supostos tiros.

Após a invasão, os estudantes foram levados para um local seguro, mas muitos pais não puderam buscá-los imediatamente porque a principal avenida da cidade foi fechada pela polícia. Pais de alunos pressionavam autoridades por mais detalhes, mas obtinham poucas informações a respeito dos filhos. Bill Twyford, cujo filho de 15 anos estuda no local, disse ter recebido uma mensagem de texto do filho: “Um homem invadiu a escola. Estou bem, mas a situação é grave”.

Michael Owens, que tem dois filhos que estudam na escola, disse que a apreensão dos pais era ainda maior devido à lembrança do ataque em Columbine. Em 1999, dois estudantes armados atacaram uma escola na cidade vizinha de Columbine, matando 13 pessoas antes de cometerem suicídio.

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