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Riqueza do País já soma R$ 508,7 bilhões, diz IBGE

Folhapress
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Rio - O Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas por um País (PIB) brasileiro totalizou R$ 508,7 bilhões no segundo trimestre do ano, segundo dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos primeiros três meses deste ano, o PIB somou R$ 478,9 bilhões.

No segundo trimestre de 2005, alcançou R$ 480,1 bilhões. Há cerca de um mês, o IBGE havia divulgado que a economia brasileira registrou uma expansão de apenas 0,5% no segundo trimestre em relação aos três primeiros meses deste ano. O resultado fraco foi puxado pela indústria e pôs em risco, segundo diversos analistas, a meta do governo Lula para a expansão econômica deste ano, de 4%.

Entre abril e junho, o consumo das famílias significou R$ 282,2 bilhões, segundo o IBGE. Os investimentos representaram R$ 102,2 bilhões e o consumo do governo somou R$ 94,2 bilhões. Os impostos foram responsáveis por R$ 54,9 bilhões. Na análise por setores, a indústria contribuiu com o equivalente a R$ 184,4 bilhões. Já a agropecuária e os serviços somaram 37,9 bilhões e R$ 252,9 bilhões, respectivamente. A taxa de investimento correspondeu a 20,1% do PIB no segundo trimestre. Trata-se da maior taxa desde 1997 para esse trimestre.

No mesmo período do ano passado, havia sido de 19,9%. Já a taxa de poupança chegou a 23,2% do PIB, o que representa uma queda de 0,7 ponto percentual em relação ao segundo trimestre de 2005 (23,9%).

Metodologia

O PIB é a soma dos bens e serviços produzidos por um país. É formado pela indústria, agropecuária e serviços. Ele mostra o comportamento de uma economia. O PIB também pode ser analisado a partir do consumo, ou seja, pelo ponto de vista de quem se apropriou do que foi produzido. Nesse caso, o PIB é dividido pelo consumo das famílias, pelo consumo do governo, pelos investimentos feitos pelo governo e empresas privadas e pelas exportações.

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