Turismo

A praça é de todos

Eliane Barbosa
| Tempo de leitura: 1 min

Pucón oferece hospedagem nota dez. Nos hotéis quatro e cinco estrelas, como o Grand Hotel Pucón, que funciona há mais de 80 anos em frente à praça principal da cidade; no Enjoy –Resort e Cassino, ao lado, ou nas centenas de hospedarias, ‘hostais’ e alojamentos, que praticam preços especiais.

Como se vê, Pucón é eclética. Recebe gente com muito ou pouco dinheiro. Milionários, incluindo xeques árabes, que alugam andares inteiros dos principais hotéis, e aventureiros, que percorrem a América do Sul em motos ou 4x4, hospedando-se em locais mais modestos.

Apesar de receber gente com muito euro, ouro e dólar, a cidade oferece restaurantes com preços bem legais: por 11 mil pesos comece-se muito bem, obrigada, com direito até a uma cervejinha Cristal, Austral, Royal ou Escudo (as melhores, entre as nacionais). Calculando: cerca de R$ 30,00. O mesmo que se paga aqui no Interior de São Paulo por um filé à parmegiana.

Preços muito semelhantes aos brasileiros até mesmo para quem não deixa de lado um Malboro Light: 1.300 pesos ou R$ 27,00, em média.

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