No dia 13 de outubro passado, vi um acidente de um motociclista que atropelou um pedestre na rua 13 de Maio com a avenida Rodrigues Alves, tinha acabado de acontecer e, como sempre, o aglomerado de pessoas para ver o ocorrido era grande. De imediato um senhor de cabelos grisalhos parou seu carro, um golf vermelho, e colocou o girofole em cima do teto do carro e já vestindo uma luva descartável dirigiu-se à vitima para prestar os primeiros socorros; percebi que o mesmo era um profissional da saúde, pois com todo o cuidado examinou a vitima sem movê-la um pouco sequer. Sabemos que não se deve remover a vitima sem antes os “Anjos da Guarda” chegarem ao local. Havia também um rapaz que prestava socorro à vítima que junto com o senhor grisalhos amenizou o sofrimento do transeunte. Mas o que me impressionou foi a agilidade do resgate, um verdadeiro relâmpago, e com todo cuidado possível conduziu a vitima para o hospital. Essas duas pessoas que auxiliaram na remoção da vitima mostraram para o povo que a solidariedade é um dom divino. Para ambos, um grande abraço e muitas felicidades. E para os “Anjos da Guarda”, dedico este singelo poema.
Heróis de toda à hora
Sempre apostos e alertas
No batalhão a onde mora
As postas estão sempre abertas
O alarme acionou
Um pedido de assistência
Uma vida logo salvou
Os heróis da “paz-ciência”
Dedicam com muito amor
A sagrada profissão
Seja lá onde for
Os heróis sempre estão
Heróis que arriscam a vida
Para outra vida salvar
A insígnia no peito luzida
De um herói sempre a lutar
Faça chuva faça sol
De noite ou de dia
Os heróis estão no rol
Dos homens sem covardia
Logo vem a bonança
De mais uma batalha
Os heróis da esperança
São corretos e nunca falha
Deixo aqui o meu apreço
Aos heróis da salvação
De coração eu agradeço
Em nome de toda a nação.
Luiz Antonio de Oliveira