Cultura

Velha fórmula hollywoodiana não agrada em ‘Efeito Borboleta 2’

Da Redação
| Tempo de leitura: 1 min

A velha tradição hollywoodiana de aproveitar uma idéia que deu certo em um filme e transformá-la em receita para continuações idênticas, onde mudam apenas os nomes dos personagens e alguns detalhes da história, segue firme com “Efeito Borboleta 2”, seqüência do filme de 2004, que estréia hoje nos cinemas de Bauru.

Na trama, Nick Larson (Eric Lively, do seriado “The L Word”) não poderia estar em melhor momento. A empresa na qual trabalha está indo de vento em popa e seu namoro com Julie (Erica Durance, a Lois Lane do seriado “Smallvile”) parece perfeito. Mas tudo muda repentinamente quando ele recebe um telefonema de seu supervisor exigindo sua presença justamente no dia do aniversário de Julie.

A partir de então, uma cadeia de eventos vai resultar na morte de três pessoas em um trágico acidente - Julie. Um ano depois, Nick ainda tenta reunir os pedaços de sua vida destruída. Mas para a sua surpresa, em determinados momentos ele começa a ter surtos epilépticos nos quais mantém a consciência e parece estar viajando no tempo.

Agora, Nick tem a oportunidade de mudar o passado e reconstruir sua existência, recuperando o emprego e impedindo a morte do seu amor. Mas a missão é mais difícil do que aparenta, já que qualquer pequeno detalhe modificado pode significar uma enorme reviravolta no futuro.

Além da história ser um repeteco do original, a nova equipe técnica não é nem um pouco animadora: a direção é de John Leonetti (cujo único filme dirigido por ele foi o fraquíssimo “Mortal Kombat: Aniquilação”), enquanto o roteiro fica nas mãos de Michael Weiss de “sucessos” como “Crocodilo” e “U.S. Seals II”.

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