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Curta ‘Manual para Atropelar Cachorro’ leva quatro prêmios em Vitória

Folhapress
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O curta paulista “Manual para Atropelar Cachorro”, de Rafael Primo, foi aclamado o grande vencedor da Mostra Competitiva de Curtas e Médias da 13.ª edição do Vitória Cine Vídeo. A produção levou quatro prêmios: melhor direção, melhor atriz (Bárbara Paz), melhor ator (Rafael Primo) e melhor montagem (Helena Maura). O resultado saiu anteontem, no teatro Glória, em Vitória (BA).

“Yansan”, de Carlos Eduardo Nogueira, venceu nas categorias melhor filme e melhor trilha sonora. O prêmio de melhor animação foi para “Santa de Casa”, do gaúcho Allan Sieber. Já “Dos Restos e das Solidões”, de Petrus Cariry, foi eleito pelo júri o melhor documentário. O curta capixaba “A Passageira”, de Glecy Coutinho e Margarete Taquetti, ganhou o prêmio de melhor filme do júri popular.

Na mostra de vídeos, “Grinalda”, de Erly Vieira Junior (ES), também levou o mesmo prêmio. “O Amor do Palhaço”, de Armando Praça (CE), levou dois prêmios: melhor roteiro e melhor fotografia. A menção especial do júri foi para “O Evangelho Segundo Seu João”, de Eduardo Souza Lima e João Moraes (ES/RJ). Já a menção honrosa foi para “Baletéia e a Boneca Misteriosa”, dos alunos do Núcleo de Artes Alencastro Guimarães (RJ).

O curta carioca “Balada das 2 Mocinhas de Botafogo”, de João Caetano Feyer e Fernando Valle, levou o prêmio da crítica e dividiu o prêmio Porta Curtas com “Aquele Cara”, de Rafael Coutinho (SP). A melhor direção de arte foi de Adriana Faria, por “O Caderno Rosa de Lori Lamby” (SP), e o prêmio de pesquisa de linguagem foi para Érika Valle, por “Primeiro movimento” (SP). O Vitória Cine Vídeo chegou ao fim com o lançamento do longa “O Céu de Suely”, de Karim Aïnouz, e do curta “Albertinho”, feito pelos alunos do Projeto Animação, com trilha sonora ao vivo.

Após a sessão, os atores Dira Paes e Humberto Martins anunciaram os vencedores. Na sexta-feira, o ator e agora diretor Selton Mello homenageou Jorge Loredo, protagonista de seu curta “Quando o Tempo Cair”, exibido em sessão especial na mesma noite. Conhecido do público por seu personagem Zé Bonitinho, Loredo foi aplaudido de pé pelo platéia que lotou o teatro Glória. “Se no Brasil existisse esse papo de ‘sir’, ele seria Sir Jorge Loredo”, disse Selton. Paulo César Peréio, apresentador da noite, também reverenciou o ator. “Loredo é generoso e sempre foi parceiro da causa teatral”, completou.

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