Caro amigo Luciano, acabo de ler sua entrevista no Jornal da Cidade e já quero parabenizá-lo pela clareza com que expressa suas idéias; me orgulho do senhor! Sua paixão pela história de nossa cidade, de nossas famílias, tem se manifestado através de décadas de dedicação diuturnas.
O seu Bauru Ilustrado vem sempre trazer informações importantes, fotos de impressionante qualidade (que nos provocam gostosas recordações...), comentários lúcidos e felizes provenientes da sua verve jornalística tão especial.
Ainda hoje, aquela foto do Cine São Paulo, “lendário” como você o chamou, me trouxe grandes lembranças da minha adolescência; eu cheguei até a “adentrar” com os “olhos” da memória, a sala de espera, as poltronas, o mezanino... E aquela “célebre” música que tocava quando a sessão ia começar?
Não é saudosismo só não! É história. Da minha vida e da de milhares de bauruenses que viveram e vivem aqui dando sua contribuição ao crescimento da nossa amada Cidade Sem Limites.
O senhor jamais deve pensar no fim do Bauru Ilustrado. Ele nunca morrerá, mesmo se precisar deixá-lo. O BI viverá na recordação de todos aqueles, que como eu, têm uma dívida com o senhor e o seu grande talento jornalístico e de historiador.
E eu espero ter o prazer e a alegria de ler o BI por muito e muito tempo ainda, pois o senhor é uma pessoa que, por merecimento, deveria alcançar a idade de Matusalém.
Que Deus o abençoe, guarde, fortifique seus ossos e que o senhor seja como um jardim regado, onde as águas e as flores nunca faltem. Com admiração.
Sonia Berriel