Tribuna do Leitor

Cães e a leishmaniose


| Tempo de leitura: 1 min

Em 28/11, esse conceituado jornal noticiou que, em Bauru, um pit-bull atacou uma menina de 8 anos; e, por outro lado, que aumentou a quantidade de pessoas atacadas de leishmaniose.

Tal fato envolve cachorro, logo esse animal requer certos cuidados.

Há uns 20 dias, a imprensa em geral divulgou que em São Paulo uma mulher de 34 anos, foi atacada e morta por pit-bull, sendo que o proprietário tinha acabado de dizer que o cão era manso.

Na ocasião, às 18h45, o jornal da Band entrevistou um adestrador, o qual disse que a raça pit-bull não é dócil, pois, inesperadamente, apresenta reações violentas, logo todo cuidado é pouco.

Quanto à leishmaniose, penso que a limpeza de quintal e de terrenos baldios não é feita ou compreendida pela maioria das pessoas, logo ela surte pouco efeito.

Por sinal, lembro que Araçatuba foi a cidade que teve a maior quantidade de cachorro e de vítima da leishmaniose.

Como houve diminuição violenta de cachorro, o número de vítimas da doença também caiu.

Concluindo, penso que no caso do pit-bull ele mata ou deixa cicatrizes permanentes e, na leishmaniose, também pode matar ou deixar a vítima precária, digo, com saúde precária, o resto da vida.

Guilherme Garmes Filho - RG 5.455.897

Comentários

Comentários