Internacional

Acadêmico italiano corre risco, dizem dois jornais

Folhapress
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Roma - São contraditórias as informações sobre o perigo de morte que correria o acadêmico italiano Mario Scaramella, também contaminado em Londres pelo polônio 210, substância radioativa que na semana passada matou o ex-espião russo Alexander Litvinenko.

A Associated Press cita médicos do hospital londrino em que ele está internado desde anteontem, para os quais os exames até agora não indicaram um grau de contaminação que representem risco. Mas o jornal “The Guardian” afirma que Scaramella está em “sério risco de morte’’. O tablóide “Daily Mirror” vai mais longe e diz que as chances de sobrevivência dele “são praticamente nulas”.

Scaramella encontrou-se com Litvinenko no dia 1 de novembro - provável dia do envenenamento- num restaurante de Londres. Segundo o “Daily Telegraph’’, o ex-espião recebeu na ocasião memorando que acusava um coronel russo de querer matar cinco adversários do presidente Vladimir Putin. A imprensa britânica diz ainda que a cunhada e a mulher de Litvinenko teriam sido contaminadas pela substância radioativa, mas com doses irrisórias.

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