A injustiça do dae
Mais uma vez parte da Vila Cardia sofre injustiça por parte do DAE.
Parte da Vila Cardia está com falta de água (no trecho da rua Rio Grande do Norte até a rua Ezequiel Ramos), sendo que outro trecho (da Rio Grande do Norte até a av. Rodrigues Alves) não falta água, bem como também o trecho da rua Ezequiel Ramos até a rua Marcondes Salgado também não está faltando água.
O motivo é que o DAE fecha o registro que está colocado na esquina da rua Rio Grande do Norte com a rua Eduardo Coutinho, impedindo assim que a água que vem da parte de cima da rua Eduardo Coutinho chegue até o trecho acima citado e a água que vem da rua Ezequiel Ramos não tem força para subir até a rua Rio Grande do Norte. Esse é o nosso drama dos moradores da rua Rio Grande do Norte e travessas.
Mauro Cordeiro Landolffi - RG 2.804.157
Perguntas cruéis
Por que as pessoas não dizem ou fazem as coisas quando tem vontade? Por que as pessoas pensam muito no que os outros vão dizer? Estou lendo um livro muito interessante, que conta a história de um menino que queria ter um veleiro. Este menino encontrou um marinheiro que o ensinou a velejar e observar a natureza. No processo de descobrimento, o menino percebeu o ritmo das coisas e com sabedoria foi crescendo e se tornando adulto. Este homem é o autor do livro Velejando Com a Vida e o nome dele é Richard Bode, que também escreveu Zen e a Arte de Manutenção de Motocicletas.
Nesta leitura pude refletir sobre coisas como generosidade, excesso de pensamento e as descobertas essenciais da vida. Algumas perguntas que ando colocando na minha pauta do dia: por que as pessoas não dizem as coisas que têm vontade de dizer? Por que as pessoas não fazem as coisas que têm vontade de fazer? Por que as pessoas pensam muito antes de falar ou de fazer algo?
Para mim estas perguntas são muito cruéis para a humanidade, pois colocam na parede as idéias que as pessoas têm de viver a vida, pois todos estão sempre preocupados com o que os outros vão dizer e não com o que elas mesmas acreditam. Este hábito de prestar atenção mais nos outros do que em si mesmo é algo que me parece deixar o mundo menos criativo e produtivo, fico imaginando a enormidade de idéias que se perderem em nada pelo simples fato de “o que os outros vão pensar de mim?”
Carlos Kleberson Ferreira - ONG - COMVIDA Conhecimento & Vida
Assédio moral
O assédio moral é uma conduta típica de pessoas mal preparadas para comandar. Muitas vezes, acontece por causa da política da empresa, embora esteja provado que não contribui para a produtividade, degrada o ambiente de trabalho e ainda causa distúrbios emocionais.
Na década de 80 houve uma série de transformações impulsionadas pela informática, robótica e a globalização dos mercados, alterando as características de trabalho no país. Os funcionários são considerados como robôs e não seres humanos. A empresa é uma instituição como a igreja, o padre morre, mas a igreja fica. O sonho de cada trabalhador é encontrar um trabalho e ser feliz, com carteira assinada, direitos garantidos, ser respeitado pelos chefes patrões. A empresa depende da mão de obra assalariada.
A maioria das empresas não respeita o trabalhador, patrão sem ética, se sente o “poderoso”, pagando um salário miserável aos seus funcionários que se calam para não perder o seu emprego.
O trabalhador tem os seus direitos e deveres e deve ser respeitado.
Ana Sônia - historiadora - RG 38.965.239-8
Velho testamento, à mestra com carinho
Como sou homem de pouquíssimas letras, sempre fui visto como meio louco quando emito opiniões sobre religião. No entanto, fiquei aliviado quando li ontem a entrevista de uma mestra (Mariza Bianconcini Teixeira Mendes) sobre o assunto. Esse criacionismo do livro de Gênesis é uma afronta à inteligência humana.
A ocupação da terra prometida.
A tomada de Gericó.
A linhagem de Jesus.
A ascensão social de Ester.
A relação de Daniel com Nabuco-donosor.
A morte de David e sua relação com Urias...
Como o assunto é interminável, vou ficando por aqui, deixando através da
Tribuna do leitor minha admiração pela competência e coragem da entrevistada.
Lázaro Carneiro