Sábado, 18 p.p., estive com a minha esposa Vera Lúcia na seresta do Clube Nipo-Brasileiro, a convite dos amigos Shugui/Marta e Barbosa/Maria. Que surpresa agradável em ver a organização e o capricho que o Clube Nipo-Brasileiro promoveu a Seresta Dançante, com a sua diretoria à frente mostrando a arte de bem atender e oferecendo um salão a altura da cidade de Bauru. Ali no salão veio a lembrança de quantas formaturas da Escola Progresso, nos cursos de datilografia, estenografia, cuja diretora era minha falecida mãe professora Celina Lourdes Alves Neves, que, com o seu ideal sempre à frente, achava que a valorização do ensino profissionalizante era necessária e se organizava não só promovendo a entrega dos certificados, mas também apresentando peças teatrais que ela mesma ensaiava com os seus alunos, sendo uma delas “O secretário de Sua Excelência” de Armando Gonzaga; “Plut, o fantasminha”, de Maria Clara Machado. E a presença de todos os pais, avós, dos formandos, pois a escolinha da d. Celina era um referencial na cidade de Bauru.
Passados anos, novamente o Clube Nipo-Brasileiro esteve presente com o Thiago Neves, meu sobrinho, que foi aprender a jogar tênis de mesa, e já acamada sem poder se locomover, a vó Celina o controlava telefonando e perguntando se já havia acabado o treino, pois em sua vida sempre lutou pela vida regrada e controlada.
Enfim, parabéns, Nipo-Brasileiro, pelos 70 anos de existência e pela noite dançante proporcionando mais um local onde o bauruense tem para se divertir de forma saudável e ordeira.
Carlos Alberto Alves Neves - RG 4.513.066