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STF nega liberdade ao acusado de mandar assassinar freira americana

Folhapress
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São Paulo - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cézar Peluso indeferiu liminar no habeas corpus para Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, acusado de ser um dos mandantes do assassinato da missionária norte-americana Dorothy Stang. Os advogados de Bida pediram ao STF para ele responder ao inquérito em liberdade, além da revogação da prisão preventiva. Dorothy foi assassinada em 2005 no Pará.

A freira foi morta com três tiros em 12 de fevereiro em um assentamento de sem-terra no município de Anapu, região rural do Pará. No local, ela participava de um movimento que reivindica reforma agrária na região. Os advogados alegavam que o decreto de sua prisão preventiva não estaria devidamente fundamentado.

Peluso disse que “as razões da impetração não guardam aparência de razoabilidade jurídica, visto que a decisão que decretou a prisão preventiva, cujos fundamentos foram mantidos na decisão de pronúncia, ostenta caráter cautelar, ao referir-se concretamente à fuga do paciente e à ameaça feita a testemunhas, ambos motivos autorizadores da prisão preventiva”.

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