Politicando

Lavar o Cheval


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Minha concunhada Estela morou e estudou durante alguns anos nos EUA. Fala um inglês fluente. Já o francês não é o seu forte. Estando em Paris, resolveu lavar o seu cabelo, encontrando um belo e sofisticado salão de beleza a alguns metros do hotel.

Na entrada havia um grande painel anunciando, em inglês e francês, que lavavam qualquer tipo de cabelo. Estela disse que queria lavar o seu “cheval”. A atendente educadamente que isso não seria possível: - Temos profissionais competentes, mas não realizam esse tipo de serviço.

A Estela não se conformou e fez referência ao painel: Lavamos qualquer tipo de cabelo. A gerente interveio, diante da insistência, se deu por vencida: - Tudo bem, vamos lavar o seu “cheval”. Traga-o e nós o lavaremos. A Estela: - Trazer o quê? Eu estou aqui e quero - apontando para os seus cabelos - apenas lavá-los.

A gerente entendeu a confusão linguística e disse aliviada: - Teremos o maior prazer de lavar o seu cheveu “chã-vã” (cabelo) e felizes de não termos que lavar o seu cheval “chã-val” (cavalo).

Cirso Mendes Silveira

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