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Cearense tenta seguir os passos dos conterrâneos

Folhapress
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De “Baiano & os Novos Caetanos”, quem tem mais de 35 anos vai lembrar. Didi Mocó como Maria Bethânia ou trajando calça colada à Ney Matogrosso, nosso maior popstar nos 70? Lembrança fácil daqueles que são um pouco mais novos ou, inspirados pela tecnologia, caçam os vídeos do trapalhão no site “You Tube” (www.youtube.com).

A escola dos imitadores cearenses pode ter começado mesmo nos anos 70, quando o cidadão de Maranguape de apelido Chico Anysio, hoje com 75 anos, criou diversos personagens para o seu programa “Chico City” -entre eles o cantor baiano Caetano Veloso parodiado como Baiano e seu colega e hoje ministro da Cultura, Gilberto Gil, como Zeoberto Zeo.

Renato Aragão (este cearense de Sobral) pescou no filão no dominical “Os Trapalhões” e viu crescer a legião de seguidores conterrâneos: além de Tom, anote aí o cantor Falcão e Tiririca, todos eles no show do primeiro.

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