Quem viajar para aproveitar as festas de final de ano deve tomar cuidado com obras ou trechos com problemas nas estradas, principalmente nas administradas pelo poder público.
Entre as vias que levam ao litoral paulista, a estadual rodovia dos Tamoios tem obras de duplicação no km 7. Já na Mogi-Bertioga há obras de recuperação no km 81. Nos quilômetros 57, 60 e 68, são executadas obras de implantação de trevos. Quem quiser programar o melhor caminho para chegar ao destino no Natal pode acessar a internet.
Nas páginas da Dersa (www.dersa.sp.gov.br) e do DER (www.der.sp.gov.br), é possível ver as condições das estradas por meio de 37 câmeras.
As imagens são atualizadas a cada 30 segundos. Horários Além dos problemas no asfalto, o motorista deve prestar atenção ao tráfego. A recomendação é que a viagem seja evitada desde meados da tarde até o começo da noite. A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) de São Paulo, por exemplo, indica pegar a estrada antes das 14h ou só a partir das 22h.
No Estado de São Paulo, segundo a Artesp (agência paulista de rodovias), o maior fluxo será nos sistemas Anhangüera-Bandeirantes e Castello Branco-Raposo Tavares, por onde devem passar, respectivamente, 480 mil e 380 mil veículos entre São Paulo e o interior. Quem viaja por esses sistemas não deve encontrar grandes obstáculos.
Entre os km 23 e 26 da Castello Branco, em Barueri, uma ampliação de faixas na pista expressa vinha carregando o trânsito nas últimas semanas. Mas a Viaoeste, concessionária que administra a via, afirma que as intervenções serão suspensas das 15h de sábado até as 12h da próxima terça.
O sistema Anchieta-Imigrantes, um dos maiores do Estado e que normalmente preocupa os paulistanos nos feriados, não terá operação especial para o Natal. De acordo com a concessionária Ecovias, o volume de veículos que desce para o litoral nesse período não justifica um esquema reforçado.
É esperado um movimento acima do normal no feriado do Ano Novo por causa da crise. Mas há quem já tenha deixado o avião de lado neste feriado, com medo dos atrasos.
Carolina Rocha, 27 anos, economista, vai passar o Natal com os pais, que moram em Maringá (PR). Ia de avião, como fazia todos os anos, mas desistiu. “Vou de ônibus leito. É mais garantido. Tenho poucos dias para ficar com minha família, não quero correr o risco de ficar presa nos aeroportos”, diz.