• Sessão extra hoje
O prefeito Tuga Angerami disse ao JC na semana passada que os três projetos de lei na área de previdência municipal (Funprev) enviados para as sessões extraordinárias marcadas na Câmara Municipal para hoje, às 13 horas, são interligados e que a aprovação ou rejeição não tem aplicação se não for conjunta. Ou seja, ele terá de retirar os projetos caso eles não sejam aprovados. Vamos ver.
• Festa na usina
O presidente do PFL de Bauru, Dudu Ranieri, passou por um dissabor na semana passada. Como gosta de participar de confraternizações com funcionários públicos municipais, o dono do Liceu e da FIB foi convidado para um churrasquinho na usina de asfalto da prefeitura, onde os amigos sempre se cotizam para a compra da carne e do refrigerante, após o expediente.
• “Desconvidado”
Porém, no dia da festinha um dos funcionários o procurou para informar que “por ordens superiores” sua pessoa estava “desconvidada”. Dudu estranhou, desconfiou, mas não soube ao certo de quem partiu a ordem para que ele não entrasse na repartição pública. E lamentou: “Só uma mente doentia pode ver fantasmas nisso”.
• MD desmontada
Através do militante Deoclécio Souza, o dividido PPS de Bauru informa sobre o fim da fusão do partido com o PMN e, consequentemente, o fim da agremiação chamada Mobilização Democrática (MD), que seria resultado da fracassada cláusula de barreira. Como se sabe, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou insconstitucional a cláusula.
• Expectativa no ar
O ano começará em alguns dias com a expectativa na política bauruense de que a prefeitura viva dias melhores e menos turbulentos. Afinal, dois anos foi tempo mais do que suficiente para que o prefeito Tuga Angerami tivesse a exata noção dos problemas e formas possíveis de ao menos encaminhar suas soluções.
• Dever de todos
Todas as forças políticas e influentes da cidade, como a imprensa, sindicatos, associações, partidos, ongs etc têm uma parcela de responsabilidade nos destinos de Bauru. Nestes dias de festas, há tempo suficiente para reflexões e projeções para o futuro. A cidade tem seu setor público combalido por maus governantes e, por isso, requer um esforço concentrado para que se crie um clima favorável a mudanças.
• Um ano mais sério
A guerra política, a inveja, a desídia administrativa, a visão turva da realidade e a mesquinharia são situações que o bauruense não deseja ver neste 2007 que se prenuncia. A cidade precisa recuperar sua força desenvolvimentista com os poderes (Executivo e Legislativo) funcionando como manda a boa política, sem interferências e projetos pessoais egoístas.
• Liderança política
Para isso é preciso que o líder maior da cidade, o prefeito, crie condições para tal – internas e externas. Tudo bem que Bauru segue adiante mesmo ao largo do poder público, como sempre se diz por aí. Mas o prefeito foi eleito para governar pela cidade e não apenas por suas próprias convicções, que devem ser sempre bem avaliadas quando se trata de decidir por 350 mil pessoas.