Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 3 min

• Ponto diário

Os novos titulares do Meio Ambiente (Semma), vereador licenciado Rodrigo Agostinho, e da Emdurb, Carlos Barbieri, são frequentemente localizados próximo das 18 horas chegando no ou deixando o Palácio das Cerejeiras. Descolados com a necessidade de aproximação e diálogo permanente com as diretrizes do governo central, eles não deixam de dar uma passadinha pela sede do poder central para discutir o que andou, o que não andou e como as ações estão caminhando.

• Terceirização

A esta altura, ainda dando pulos em sua cadeira pela ocorrência de novo desperdício de carne na área de merenda escolar, o que será que o prefeito Tuga Angerami (sem partido) está pensando sobre o projeto de terceirizar o setor, contratando a iniciativa privada para assumir esta demanda. A questão é certa. O programa, se for levado adiante, precisa ser bastante discutido e não somente sobre a teoria, embora relevante, de tirar a administração municipal da atividade meio.

• Outras questões

A prefeitura tem um estudo em mãos, do ano passado, que analisou logística, estrutura física e de pessoal, e outros dados neste setor. Seria interessante o prefeito abrir a discussão sobre o tema, em conjunto com a secretária, apresentando suas posições para que se levante o que poderia ocorrer com as mudanças nesse setor. Qualquer que seja a mudança, qualidade, fiscalização do cardápio e das condições do produto entregue e preço são itens que deverão estar à mesa.

• Reforma na saúde

A prefeitura se prepara para entregar quatro unidades reformadas na área de saúde básica nos bairros. Mas a promessa, que não se perca de vista, é para mudar e ampliar todas as unidades. Este foi o compromisso assumido por Tuga Angerami junto ao Conselho Municipal de Saúde no final do ano passado. Resta saber qual o planejamento para que a meta seja cumprida.

• Plano em xeque

Em março próximo, os servidores, através do sindicato, vão voltar à carga para discutir reposição salarial e outros benefícios. Mas o que pode pegar mesmo nesta discussão é que o prefeito antecipou em entrevista ao JC no final do ano que vai rever o sistema de financiamento do plano de saúde privado oferecido ao servidor. A prefeitura vai dizer que não tem condições de continuar bancando o programa como ele está.

• Grande família

O plano de saúde privado do servidor custa em torno de R$ 500 mil mensais à prefeitura, isso pago pelos atendimentos previstos em contrato firmado com a Tec-Seg, por licitação. O servidor contribui com R$ 150 mil, que são retirados do holerite de cada um com base em 4% do salário. A questão é que o plano vale para todos os familiares e a prefeitura acha pesado bancar a família toda.

• Compensação

A lei aprovada na última segunda-feira pela Câmara que permite à Funprev receber créditos na área de previdência com o INSS, pode levar ao resgate de pelo menos R$ 3 milhões de imediato. Conforme a Secretaria de Administração, este é o valor apenas inicial que está represado no Judiciário por conta de ações da Funprev e da Prefeitura em que se discutia de quem era o direito de receber pela compensação.

Comentários

Comentários