Política

PFL define 2 candidatos a vereador

Ricardo Santana
| Tempo de leitura: 2 min

O primeiro encontro de 2007 da executiva municipal do PFL de Bauru, realizado ontem, já definiu que o partido pretende focar na eleição de dois a três vereadores nas eleições municipais de 2008. Para tentar atingir a meta, Dudu Ranieri, presidente municipal da legenda, diz que o partido entra numa fase de se tornar mais competitivo. Já está definido, conforme Ranieri, as candidaturas do médico Pedro Borges e Antônio Benetti Júnior. Borges é funcionário da Secretaria Municipal de Saúde e Benetti já ocupou cargo de confiança na Prefeitura de Bauru, inclusive na passagem de Ranieri como chefe do Executivo durante 21 dias em 2003.

A estratégia pefelista é agrupar novas lideranças para montar a chapa de vereadores. Ontem, os membros da executiva municipal foram incumbidos de sair em busca dos nomes, tanto do sexo masculino quanto do feminio. “Precisamos de lideranças femininas que venham ajudar o crescimento do partido. Distribuímos tarefas para que os companheiros procurem na sociedade estas pessoas”, diz.”

Ranieri frisa que a necessidade de cumprir prazos de filiação agiliza a mobilização. Segundo o pefelista, o prazo para filiações se esgota em 27 de setembro deste ano. “De acordo com a atual legislação, que eu acho que não muda, depois disso não pode sair candidato”, esclarece.

O vereador Paulo Eduardo Martins Neto (PFL) foi o único eleito pela legenda nas eleições de 2004. Um segundo candidato não conseguiu vaga na Câmara por 50 votos. Nas últimas eleições, o PFL local se coligou na chapa proporcional ao PSC, que apresentou dois candidatos a verador enquanto os pefelistas concorreram com 30.

Ranieri trabalha com dois cenários para montar a chapa de candidatos a vereador para 2008. Na primeira configuração, o partido lançaria 32 candidatos como define a lei eleitoral vigente. Num segundo, seria a aprovação de uma lei, que conforme Ranieri, estaria para ser votada no Congresso e faria subir de 15 para 23 o número de vereadores de Bauru. Nesta hipótese, o PFL poderia sair com 46 candidatos.

Para disputar a prefeitura, a preocupação do PFL passou a ser o elevado custo com a campanha eleitoral, conforme ficou expresso no encontro de ontem. Ranieri projeta que seja necessário pelo menos R$ 1 milhão para fazer uma campanha a prefeito hoje em Bauru devido aos custos elevados de produção de programas para o horário eleitoral na TV e do material impresso de campanha.

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