Uma mulher com idade entre 30 e 40 anos, até o início da noite não identificada, foi encontrada morta em um matagal, em Bauru, ontem pela manhã. Em exames preliminares, o Instituto Médico Legal (IML) não encontrou sinais ou lesões que pudessem indicar um assassinato ou acidente no corpo, que estava em estado avançado de decomposição. O que chamou a atenção da polícia é que a mulher estava bem vestida, usava um anel com pedra azul e estava com um molho com três chaves.
Nenhum documento foi encontrado próximo ao corpo. Quando foi morta, ela usava calça e blusa jeans e sandálias anabelas pretas. Porém, o corpo estava seminu - a calça e a calcinha estavam baixadas. Luís Carlos Amado, delegado adjunto do 4º Distrito Policial (DP), ressalta, porém, que não havia sido encontrado sinais de qualquer tipo de violência sexual.
O médico Ivan Segura, diretor do IML, ressalta que o adiantado estado de decomposição do corpo impediu a determinação da causa da morte. Ele contou que foram colhidas as impressões digitais para tentar, através do Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt, que emite carteiras de identificação, descobrir que é a mulher.
Paralelamente, foi colhido material do corpo para exame toxicológico. A mulher de cabelos compridos e castanho escuro foi encontrada em uma continuação não pavimentada da rua Alexandrino Rodrigues, nas proximidades do Hospital Estadual, no Núcleo Geisel, no meio do matagal.
O corpo estava a poucos metros da avenida Nações Unidas. De acordo com o delegado do 4 DP, não há registro de mulher desaparecida em Bauru recentemente, que possa ser a pessoa achada morta.
• Serviço
Qualquer informação que possa ajudar na identificação da mulher achada morta pode ser encaminhada à Delegacia de Investigações Gerais (DIG) ou ao 4º DP pelos telefones 3224-3090 e 3203-3100, respectivamente.