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Limpeza é a palavra de ordem

Adilson Camargo
| Tempo de leitura: 2 min

Viver em uma cidade limpa é o desejo de praticamente todo morador. Entretanto, uma parcela da população parece não se preocupar com isso e insiste em jogar todo tipo de lixo na rua. Graças ao trabalho voluntário de grupos bem-intencionados, algumas ruas da cidade são monitoradas periodicamente.

No Centro da cidade, por exemplo, uma rede de fast-food coloca parte de seus funcionários na rua para recolher o lixo deixado não só por seus clientes, mas pela população em geral. “Só não recolhemos bicho morto”, brinca o franqueado Emerson Hortolan.

Segundo ele, manter as ruas próximas ao estabelecimento sempre limpas é uma forma de tornar o local agradável para a vizinhança e, conseqüentemente, para seus clientes. “Ninguém gosta de conviver com o lixo”, afirma.

Hortolan diz que a iniciativa foi adotada pela empresa desde sua inauguração, em 1996. A coleta é feita diariamente, cerca de uma hora e meia antes de iniciar o atendimento ao público.

A Igreja Tenrikyo também faz um trabalho parecido. Todos os sábados, alguns de seus membros saem para um trabalho de divulgação da doutrina e no fim param em um praça e fazem uma limpeza geral no local. A iniciativa, segundo Celso Namiki, membro da igreja, é uma forma de agradecer a Deus pelo bem recebido. Segundo ele, o mundo é visto pela igreja como o corpo de Deus e, por isso, precisa ser bem cuidado.

Uma vez por ano, geralmente no dia 1 de maio, a igreja faz um trabalho maior. Os membros visitam a Vila Vicentina e fazem desde serviços de capinação e pintura dos troncos das árvores até corte de cabelos. As atividades fazem parte do Dia do Hinokishin e também são feitas em gratidão a Deus.

No próximo domingo, moradores de Jardim Colonial pretendem realizar um mutirão de limpeza no bairro. Além de tornarem o local mais limpo, eles vão aproveitar a ocasião para reforçar a luta contra as descargas ilegais de entulhos naquela região.

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