Regional

Quilombo reclama de atraso na coleta de lixo

Davi Venturino
| Tempo de leitura: 2 min

Iacanga - Moradores do bairro Quilombo, em Iacanga (50 quilômetros de Bauru), estão preocupados com a falta de programação dos caminhões de lixo que estariam demorando para fazer a coleta e passando em dias e horários diferentes.

A comerciante Gilcimara Francisco Frigoleti, residente na rua Fausto Furnali, disse à reportagem do JC que a coleta ficou interrompida por vários dias no bairro. “Antes, nós tínhamos pelo menos duas vezes por semana e foi acabando. Agora, não sei mais”, critica.

Frigoleti ressalta que, apesar do caminhão ter passado na última segunda-feira, depois de ter ficado uma semana sem fazer a coleta, ele veio num dia diferente do que o programado, ou seja, às terças e quintas-feira. “Não é de segunda que passa. Ele passou neste dia e as pessoas não colocaram o lixo na rua porque não sabiam que ia passar. Não resolveu nada”, lamenta.

A comerciante lembra ainda que ligou para a prefeitura avisando sobre a situação do lixo no bairro Quilombo, localizado a cerca de 11 quilômetros da cidade. “Eu ligo sempre na prefeitura, ainda mais agora com essa chuvarada, e o fiscal diz que o caminhão está quebrado. O caminhão está quebrado, mas eles vêm jogar entulho no bairro? É revoltante!”, desabafa.

Procurado pelo JC, o coordenador de obras municipais, Norberto Valentin Ticianelli, confirmou a informação de que os dois caminhões de coleta estavam quebrados.

“Na semana passada (a coleta), atrasou porque o caminhão quebrou. Nós estávamos com dois caminhões quebrados. Infelizmente, não deu para passar na sexta-feira”, explica.

Segundo o coordenador, os dois caminhões já foram consertados e a prefeitura deve adaptar um terceiro veículo com caçamba para ajudar na coleta. “Nós vamos fazer uma outra programação com o caminhão novo que vai sair. Assim, a programação não vai mudar mais”, promete.

Questionado sobre a vala - localizada próxima ao bairro - onde a prefeitura estaria jogando entulho, Ticianelli alega que o “buraco” já existe há muito tempo e que a administração está jogando apenas galhos no local e que pretende aterrá-lo futuramente.

“Este buraco está lá há muitos anos e nós o estamos aterrando. Jogamos galhos nele, mas vamos cobri-lo”, diz, ressaltando que o caminhão utilizado neste processo é do tipo basculante e que não serve para fazer coleta de lixo.

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