Mendoza já foi atingida por terremotos e continua na área sujeita aos sísmicos. Por isso foi projetada de forma a oferecer à população, caso novos episódios ocorram, lugares com segurança.
Essa é uma das explicações para contar com tantas áreas verdes, incluindo cinco principais praças que são belíssimas: Independência, Espanha (toda azulejada), Itália, Chile e San Martín, totalizando 52 quilômetros quadrados de construções, ou seja, o equivalente a 40 quadras.
Ao todo, são 52 praças e três parques, que funcionam como um pulmão verde da Grande Mendoza e servem ainda, em caso de abalos sísmicos, para a população se abrigar sem risco de ser atingida por destroços de concreto no caso de explosões.
Aproveite a viagem para curtir esses espaços e visitar o Museu da Área Fundacional, que conta a história da cidade através de fotos e objetos e a sua reconstrução após o terremoto de 1861, que a destruiu quase que por completo. Na época, Mendoza pertencia ao Chile e a partir daí foi dividida em duas partes: a cidade nova (a Oeste) e a cidade velha (a Leste).
Como a região encontra-se sobre uma falha geométrica, sujeita a sofrer tremores de baixa intensidade, tem pouquíssimos prédios, que não podem ultrapassar a 20 andares.