A possibilidade de propor uma ação civil pública para o atendimento dos pacientes foi afastada pelo promotor Fernando Masseli Helene. Para ele, uma ação como essa, iria tumultuar o grupo, que discute os problemas da Saúde de Bauru desde outubro de 2005. “Não há dúvidas que chegamos aos nós. E eles precisam ser desatados”, avalia o promotor. Para ele, o termo auxiliará a população que precisa do atendimento. “O Ministério Público e as partes estão em estágio de realização do TAC e o DRS-6 já sinaliza a liberação de verba para o encerramento da fila de consultas”, explica.
Para Rosemary Lopes de Moura, membro do Conselho Municipal de Saúde, depois da reunião de ontem, os usuários poderão ficar mais confiantes. “Agora o usuário pode começar a acreditar que está sendo defendido pela Justiça”, avalia. Segundo ela, apenas um mudança de gestão, com troca de diretorias, sem o aumento de repasse, não resolve o problema do setor. “Se não destinar mais dinheiro ao tratamento ambulatorial e ao de média complexidade, não adianta investir na alta complexidade”, observa.