Regional

Demissão em massa marcou fim da Companhia Industrial

Davi Venturino
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O controle da extinta Companhia Jauense Industrial, que ocupava o espaço onde será implantado o novo pólo, era compartilhado, na época, com a São Paulo Alpargatas e o Grupo Camargo Corrêa. Dos cerca de 1,4 mil funcionários que a empresa tinha no início de 2004, 1.260 foram demitidos naquele ano. O número eqüivalia a 80% do quadro de funcionários. Foi a maior demissão em massa ocorrida em Jaú até então.

A empresa divulgou, na época, que a medida foi necessária após a concretização da venda de sua linha de produção de embalagens de juta para a Companhia Têxtil de Castanhal, no Pará além da necessidade de reduzir custos e aumentar a competitividade de exportação da empresa. O diretor da empresa, Rolf Altorfer, também teria alegado que a fabricação de sacaria de juta para embalagem teria causado prejuízos à Jauense por conta do alto custo da matéria-prima na época.

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