Tribuna do Leitor

Barbárie...


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Se repete no cotidiano na China, com reflexo em todo o Universo Terra onde diversificadas espécies de animais de pequeno e médio porte, geralmente domésticos, são sacrificados ainda vivos. É algo estarrecedor, tamanha crueldade que só emana dos demos dos tempos chegados (a exemplo paralelo do que nós brasileiros estamos sofrendo e com tamanho pejo, digo eu, e absoluta indignação por parte também desses nojentos criminosos que se fazem passar por políticos, o que não é verdade; a prova está no total aniquilamento das nossas instituições e o agravamento da miséria física, moral e material). Oriundo da negritude das suas mentes perversas porquanto alma e coração não os têm... essa “gente” que se chafurda no esgoto de onde são procedentes, é hoje predominante no nosso denominado planeta Terra, o qual encontra-se em total desequilíbrio, diria que há muito tempo na “UTI”!

É abominável que o povo brasileiro prime pela boçalidade em razão dessa corja que às nossas expensas fazem o que bem entendem com o nosso próprio dinheiro, não oferecendo nem mesmo condições das mais elementares aos nossos direitos, haja vista principalmente a classe menos favorecida; note-se que essa podridão que campeia de norte, sul, leste, oeste do nosso país continente, emana como é público e notório, do denominado primeiro escalão da malversação do dinheiro público - que é nosso... Fico ainda mais perplexo quando as Forças Armadas nada fazem e obedecem ordens desses bandalhos. O que estariam esperando para darem e colocarem em prática um basta nessa guerra civil que infesta o nosso país, das formas mais vis??? Uma assertiva é saber de que com a Mãe Natureza, ninguém pode - ação e reação - pior, estaremos todos na mesma embarcação, lentamente afundando.

Desde que me entendo como pessoa, aos sete anos de idade, aprendi com o meu inolvidável pai, o respeito para com o próximo e a Mãe Natureza, a qual nada nos pede e tudo nos dá. Em 1988 me atrevi, porém com alma e coração a escrever o meu primeiro artigo a respeito, no Jornal da Cidade, embora já tenha anteriormente iniciado, levado pelas mãos do jornalista de saudosa memória Álvaro Monteiro de Carvalho, quando há décadas assumi na ex-Delegacia Regional do Imposto de Renda na denominada Capital da Terra Branca, o meu cargo público e de lá até a presente data, superando com altivez os “atropelos” condizentes ao idealista, cuja espécie tornou-se raríssima.

Detalhe: tudo quanto me proponho a fazer em prol da coletividade, a exemplo do citado acima é integralmente às minhas expensas, sem patrocínio de quem quer que seja. Todo ser humano tem que ser respeitado, seja qual for a sua condição econômica e cultural, a despeito da sua pobreza material.

Arthur Monteiro De Carvalho Netto

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