A possibilidade de ser ouvido para o cidadão e a melhoria da qualidade dos serviços prestados. Esses são os argumentos que o Conselho de Usuários do Departamento de Água e Esgoto (DAE) usaram ao defender a criação de uma ouvidoria para a autarquia, na semana passada. A reunião foi realizada na Casa dos Conselhos, na rua Manoel Bento da Cruz, 7-60.
Segundo o presidente do conselho, Américo Joaquim, a proposta é simples, mas ajudaria a agilizar o processo de atendimento das solicitações de serviço por parte dos usuários. “Além disso seria um canal aberto para sugestões de melhorias para o DAE”, completa.
Joaquim diz que existe a consciência de que a instalação da ouvidoria tem um preço, mas que a relação custo-benefício seria positiva para os usuários e para o próprio DAE.
Quando perguntado sobre a implantação de ouvidorias em outras autarquias e mesmo na Prefeitura, Joaquim diz responder como cidadão: “Seria eficiente e acredito que com o remanejamento de pessoal isso poderia ser feito. A ouvidoria é um caminho mais eficiente e curto para a resolução dos problemas, ou ao menos, para uma resposta”.
A assessoria de imprensa do DAE informou que a autarquia só poderá se pronunciar a respeito da criação da ouvidoria após a proposta ser analisada. O DAE já teve uma estrutura para ouvir os usuários, mas o serviço foi desativado.