Geral

Jovens aprovam Carnaval do BTC

Adriana Fricelli
| Tempo de leitura: 2 min

Sol, calor, piscina, gente bonita e muito axé! Esses foram os ingredientes que tornaram picante o Carnaval baiano do clube de campo do Bauru Tênis Clube (BTC) na tarde de ontem. Para apimentar ainda mais, a banda paulista Matraka Loka mostrou o suingue baiano com músicas que empolgaram até os menos chegados a um agito.

Antes de entrar na festa comandada principalmente pela moçada, um pequeno folião chamava atenção com sua fantasia de super-herói. “Eu gosto do Super-Homem porque ele gosta dos amigos dele”, explicou Jordano Gazoli, 5 anos. Ele acompanhava o irmão Lorenzo que, com menos de um ano também se fantasiou.

Mas a maioria dos foliões preferiu trocar a vestimenta de Carnaval por roupas mais refrescantes, aliás, muito mais refrescantes. No caso dos homens, quem podia aproveitou para mostrar a boa forma vestindo apenas bermudas. As mulheres também não ficaram de fora e abusaram de shorts curtinhos e decotes ousados.

A produção tinha explicação: nas piscinas do BTC, os olhares fuzilantes denunciavam a azaração rolando solta. “Quero beijar!”, anunciou Mateus Marques Pinheiro, 15 anos. Do outro lado do salão, o sorriso envergonhado de Natália Pinheiro Costa, 18 anos, mostrava que a intenção era a mesma. “Não tenho nenhum paquera previsto, mas se rolar...”, deixou no ar.

Enquanto uns buscavam uma companhia, outros já chegavam acompanhados, como o casal Pérola Padilha, 18 anos, e Daniel de Castro Schuckar, 20 anos. Juntos há cinco meses, os dois estavam preparados para passar pelo teste do Carnaval. “Eu tenho ciúme, mas é só ficar junto o tempo todo”, explicou Pérola, emendada por Daniel. “Acho que dá para curtir junto sem problemas”.

Sozinho ou acompanhado, o objetivo da galera era se divertir. Energia não faltava para Mariana Derencio, 22 anos. “Sem ter o que fazer na cidade, eu poupei energia nesses dias de Carnaval e estou com pique para dançar até o fim”, avisou. “Até o fim”, entenda-se por 10 horas de festa, com início às 14h e fim só à meia-noite.

A animação da festa era acompanhada de perto pelo presidente do BTC, Otacílio Garmes Filho. “A festa é um desafio que o clube encarou para não deixar o Carnaval morrer. Trata-se de uma experiência de trazer o Carnaval para as piscinas e durante o dia e está dando certo”, afirmou.

Comentários

Comentários