Politicando

Irregularidade do verbo caber


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Em tempos de outrora Bauru contava com duas grandes livrarias, de dois conspícuos cidadãos bauruenses: a Tipografia e Livraria Brasil, de João Coube, e a Tipografia e Livraria Comercial, de Paulo de Castro Marques, o famoso PC Marques, concorrentes e rivais comerciais.

No recinto da livraria Comercial, um funcionário, no alto de uma escada ia colocando os livros que lhe eram dados por outro funcionário, situado ao pé da escada.

- Chega, não dá mais, diz o de cima devolvendo o último livro.

- Por que você devolveu este último?

- Porque não coube.

Nisso ia passando o patrão, Paulo Marques, que pára e indaga:

- O que é que tem o Coube?

- Não é nada não, patrão, ele só quer dizer que o livro não “cabeu” na estante.

Contada por Isolina Bresolin Vianna, ouvida de seu irmão, Aridio Bresolin, que foi grande amigo de João Coube

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