Regional

Legislação também prevê multas pesadas fora do período da piracema

Ricardo Santana
| Tempo de leitura: 1 min

Quem está se programando para pesca nos rios da região deve estar alerta para não levar para casa multa ao invés de peixe. A liberação da pesca desde ontem, com o fim da piracema, representa o afrouxamento das normas, mas não significa que o pescador poderá agir livremente. As regras específicas para os quatro meses de proibição da prática em virtude do período de reprodução dos peixes estão suspensas.

A proibição da pesca durante o período de 1 de novembro e 28 de fevereiro foi mais ampla do que em anos anteriores no Estado de São Paulo. Desde ontem, a prática foi liberada desde que respeitadas uma série de normas e que, se infringidas, levam a autuações.

O comandante da 2.º Companhia de Policiamento Ambiental de Bauru, capitão Marcelo Sanches, explica que as proibições são conhecidas dos pescadores. Sanches destaca que é proibido a pesca a uma distância menor que mil metros das barragens de hidrelétricas, tanto na parte acima do reservatório quanto abaixo da represa.

Também é comum ver em Barra Bonita gente pescando ao lado do emissário de esgoto, o que é proibido. Pela lei, o pescador só pode retirar peixes respeitando uma distância de 500 metros da emissão de dejetos.

Outra infração é pescar a menos de 200 metros de locais de encontro de rios, como o ponto em que o Batalha deságua no Tietê. Dúvidas podem ser sanadas com a Polícia Militar Ambiental em Bauru pelo telefone (14) 3203-2700 e em Barra Bonita pelo (14) 3641-1775. Na Barra também há uma unidade da Capitania Fluvial do Tietê-Paraná, da Marinha do Brasil, atendendo pelo telefone (14) 3641-0541.

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