Internacional

Tribunal aceita montar júri para analisar morte de Diana

Folhapress
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Londres - O Tribunal Superior de Londres aceitou ontem o pedido de Mohamed al Fayed, dono das lojas de departamentos “Harrods”, para que se monte um júri na investigação judicial sobre as mortes de seu filho, Dodi al Fayed, e da princesa Diana, ocorridas em 1997.

No último dia 19, os advogados de Al Fayed pediram ao tribunal uma revisão da decisão judicial que excluía a presença de um júri no processo sobre as mortes.

Fayed fez a solicitação depois de a juíza instrutora do caso, Elizabeth Butler-Sloss, decidir, em dezembro de 2006, que não iria designar um júri público para a investigação .

Durante uma audiência neste mês, o advogado do Hotel Ritz de Paris - cujo dono é Al Fayed, e onde o casal passou parte de seus momentos finais - argumentou que Butler-Sloss deveria levar em conta que a falta de um júri colocaria em cheque a “independência dos trabalhos”.

Beloff também se queixou do fato dela ter estado envolvida em uma investigação policial que concluiu que a morte foi um “trágico acidente”.

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