Regional

Doença chega a Iacanga

Davi Venturino
| Tempo de leitura: 2 min

Iacanga - Depois de cinco anos sem registrar nenhum caso de dengue, a Coordenadoria de Saúde de Iacanga (50 quilômetros de Bauru) confirmou dois casos da doença, ambos comprovados pelo laboratório Adolfo Lutz.

Conforme divulgou o JC há cerca de duas semanas, uma jovem, de cerca de 25 anos, teria ido passear na casa das avós, em Pereira Barreto, e, ao retornar, passou a sentir alguns sintomas característico da doença. Ela foi internada e teve alta hospitalar.

O sogro da jovem, que esteve na mesma viagem, também apresentou os sintomas. Amostra de sangue dos dois suspeitos foram enviadas para o laboratório Adolfo Lutz, em Bauru, que confirmou os dois casos de dengue importados.

Residentes no Jardim Paraíso, ambos teriam contraído a doença, possivelmente, de uma vizinha dos parentes em Pereira Barreto, que estava com a doença. O último caso de dengue registrado em Iacanga, segundo o site do Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo, ocorreu em 2001.

Naquela ocasião, uma pessoa contraiu dengue na própria cidade, ou seja, foi um caso autóctone e não importado como agora.

“Faz mais de 10 anos que não tínhamos um caso de dengue importado na cidade. Esses casos foram contraídos em Pereira Barreto, na divisa com o Estado de Mato Grosso. Quando fomos notificados fizemos o bloqueio na área onde moram os pacientes. Eles já não estão mais apresentando os sintomas e não estão mais no período de transmissão”, afirma Juliana Castro, chefe de enfermagem da Vigilância Epidemiológica de Iacanga.

Meningite

Além da dengue, um caso de meningite bacteriana também foi registrado neste ano no município. Uma menina de 6 anos, moradora da Vila Águas Claras, contraiu a doença há cerca de um mês. Segundo Castro, a menina foi medicada no Hospital Estadual de Bauru e agora já está em casa.

“A meningite bacteriana não está no calendário vacinal. É uma meningite mais grave. Mas a criança está bem e foi feito bloqueio em todos que tiveram contato com a menina e não houve mais nenhum caso. Ela, inclusive, já está freqüentando a escola normalmente”, explica a chefe de enfermagem.

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