O “Big Brother Brasil 7” está longe do fim, mas o vilão do “reality show” pode ter o final - nada feliz - antecipado. Alberto pode até não saber que está sem crédito com o público fora da casa, mas tem visto o poder de influência que mantinha sobre os outros jogadores do “reality show” desaparecer.
Antes da separação do triângulo amoroso formado por Diego, Fani e Íris, no paredão da terça-feira passada, Caubói “mandava e desmandava” no voto alheio. Agora, a situação é bem diferente. No domingo, o mineiro só se safou do paredão porque a namorada, Bruna, com quem ficou estremecido durante a semana, decidiu votar em Flávia para deixar que os colegas de confinamento mandassem Alemão pela terceira vez para a berlinda.
Sem o favoritismo do começo do jogo como aliado, Alberto sabe que será a primeira opção dos antigos colegas quando sobrar só um do grupo oponente - ainda falta excluir Fani e o emparedado que sobrevivesse ao paredão de ontem.
“O Alberto está sem saída. Quando os outros perceberam que ele é malvisto aqui fora, eles decidiram se distanciar. Ele perdeu a liderança que exercia sobre o grupo”, fala Susan, autora do blog especializado www.decarapralua.zip.net.
Prova de que a crista do jogador está baixa dentro da casa é que suas “seguidoras”, Carolini e Analy, vem armando suas próprias estratégias de jogo. A carioca chegou até a afirmar que votaria em Alberto caso a líder indicasse Alemão. E até Bruna criticou abertamente a postura do namorado no jogo. Alheia ao movimento na casa, Dona Margareth, mãe do jogador, não acredita que a turma de seu filho tenha debandado. “Na verdade, ninguém esteve com ele mesmo. Elegeram o Alberto como líder no momento em que era favorável, foi ele o primeiro a comprar a briga contra o triângulo”, fala ela, que lida com a rejeição ao filho fora da casa.
No site de relacionamentos Orkut, pipocam comunidades contra o filho, e a família do jogador tem ouvido críticas até em sua cidade natal. O resultado de uma enquete no site de Munhuaçu é sintoma desse descontentamento com o jogador. Na sexta, cerca de 85% dos votantes afirmavam que suas atitudes na competição eram reprováveis. Dona Margareth defende o filho. “Confinamento é complicado. Tenta colocar um cachorro manso preso a uma coleira.”