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Dados genéticos são usados para identificação

Daiana Dalfito
| Tempo de leitura: 1 min

Criado em setembro de 2004, por iniciativa da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), em conjunto com a Polícia Civil, o programa “Caminho de Volta: Busca de Crianças Desaparecidas no Estado de São Paulo” visa auxiliar na identificação de crianças desaparecidas e na troca de informações e apoio às famílias.

Para isso, são armazenadas amostras de sangue e saliva dos pais ou parentes dos desaparecidos, das crianças e adolescentes encontradas e de restos mortais localizados. As informações genéticas são cruzadas afim de encontrar resultados compatíveis.

Para participar do programa, é preciso que a família do menor desaparecido faça um boletim de ocorrência. Feito o BO, a Polícia Civil divulga o projeto e questiona a família sobre o interesse de participar. Se a resposta é positiva, a polícia entra em contato com o “Caminho de Volta”, que mobiliza psicólogos para um atendimento à família da criança ou adolescente desaparecido. Nesta etapa, uma gota de sangue ou saliva é colhida, material que vai compor o banco de DNA desta família.

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