Ser

Minha história: Serginho!


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Um dia pensei...

Perdi o único homem que amei na vida.

Logo depois conclui: o tempo castiga, mas também ensina. Aprendi que: “Amor perdido ainda é amor”. Só que assume outra forma. Eu não posso vê-lo sorrir, não posso lhe fazer jantar, já não lhe faço cafunés nem massageio mais seus pés...

Descobri que quando o tempo e a saudade enfraquecem estes prazeres um outro sentimento toma seu lugar.

“A lembrança” se tornou minha aliada, eu a alimento todos os dias com bons pensamentos, seguro-a quando em lágrimas quero cair. Posso até acariciá-las com mentalizações de momentos vividos e assim a vida segue... e passa, até um dia se acabar. Mas eu sei que este amor adormecerá e jamais cessará, pois tudo passa, “só o verdadeiro amor permanece”!

Anjo, obrigada pela oportunidade!

Liz

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