Obras paradas
Olá pessoal do JC, estou escrevendo para demonstrar minha indignação com a falta de respeito com os moradores do Parque Paulista. As duas fotos que estou enviando neste e-mail são provas do descaso dos governantes de Bauru com os bairros mais pobres. Essas fotos são da avenida Cruzeiro do Sul, que teve começo de pavimentação no mês de novembro de 2006 e no começo de dezembro foi paralisada. Já estamos no mês de março e as obras ainda estão paradas.
Com as chuvas, os trechos sem pavimentação ficaram intransitáveis. O que será que acontece? Será que o motivo do descaso com essas pessoas do bairro é por elas serem pobres? Há até placas fixadas em postes com os seguintes dizeres: “Obras do metrô - administração Tuga”. É uma falta de respeito!!! Espero que vocês possam ir lá pessoalmente e ver com os próprios olhos.
Wagner Monger
Alô, ministro!
Eu estou ouvindo falar nas mudanças do sistema de cobranças das contas telefônicas e não estou entendendo nada. Eles fazem uma matemática que os resultados são sempre zero ao consumidor. Eu e muita gente compramos telefone da Telesp, esperamos muito tempo e pagamos caro, e hoje simplesmente não somos donos de nada porque o governo “doou” a Telesp aos estrangeiros, assim como fez com o Banespa.
Depois do mensalão eu tenho dúvidas sobre o ministro das Comunicações, porque ele não faz nada em benefício dos consumidores, só fala em televisão de plasma que eu não sei o que é isso. Para a classe que está aí perdendo o poder aquisitivo, basta a TV convencional para assistir ao futebol e uma novelinha.
Já pagamos caro com o sistema de cobrança de assinatura, um verdadeiro mal.
Francisco A. Torrecilha - RG 9.585.407
Um desafio à humanidade
Vivemos hoje um processo de inversão de valores, onde o que temos passa a ser mais importante do que somos, gerando um materialismo desenfreado que sobrepõe os valores humanos. Na mesma proporção em que aumentam as ambições, diminuem os atos de solidariedade e amor ao próximo, levando ao individualismo.
Somente quando o homem deixar de pensar apenas em si e adquirir a consciência de respeito à vida poderemos viver em uma sociedade mais harmônica.
O que observamos no mundo, atualmente, são homens gananciosos pensando apenas em dinheiro e construindo indústrias que só destroem o meio ambiente. Países usam suas altas tecnologias em guerras e não no socorro à humanidade. Religiões que espalham o terror ao invés do amor. Políticos no dever de ajudar a sociedade assaltam a mesma, tornando-se os maiores responsáveis pelos problemas da saúde, educação, miséria, guerras,etc.
A compreensão de que zelar pelo próximo não é nenhum ato de bondade e sim uma obrigação é fundamental para combater o individualismo e ajudar no desenvolvimento interior do homem.
O processo de valorização da vida se dará de forma espontânea ou através de fatos afligentes como as guerras, fenômenos da natureza que acabem levando a sociedade à reflexão e a mudanças de comportamentos.
O maior desafio dos próximos séculos será libertar a humanidade de um de seus maiores adversários, a ignorância da realidade. Somente a transformação moral dos homens tornará esse desafio uma conquista.
Thais Freire - estudante
Cuidem bem de Bauru
Moro em São Paulo há três anos, mas meu coração pulsa forte quando olho pela internet notícias desta cidade pois a amo de paixão, como a todos os bauruenses. Agora chove forte e estou trabalhando. Sou prático em farmacia e hoje é meu plantão e esta chuva me traz uma saudade que me corta a alma. Nunca me imaginei longe de tudo o que mais gostava e hoje me sinto uma ovelha desgarrada do rebanho. Só estando longe da cidade que se ama é que se sabe valorizar as pequenas dificuldades que ela enfrenta perto de uma grande metrópole como aqui.
Gostaria muito que os politicos bauruenses amassem esta cidade como eu, ela se transformaria em um grande pólo industrial e comercial, mas a meu ver parece que eles não querem ver isto. Falta emprego para os bauruenses, salários são abaixo da média, sob a alegação que não se quer inflacionar os salários. Não industrializar é ficar estagnado.
Desejo a Bauru tudo de ótimo, um feliz cento e dez anos, que a paz e a prosperidade reine para todo sempre a esta cidade que não é o berço que nasci, mas que me tomou ao colo, me amamentou e fez de mim um ser humano melhor. Cuide bem dela pra mim, amigos, um dia eu volto pro colo da minha Mãe Bauru.
Clayton de Nicolli Seabra - RG 17.117.017-9