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Para conselho, fila é sinal de alerta

Lígia Ligabue
| Tempo de leitura: 1 min

Segundo Cláudio da Silva Gomes, presidente do Conselho Municipal de Saúde, a falta de vagas nas unidades básicas tem aumentado, mas ele avalia que o setor não está em crise. Em maio do ano passado, a falta de atendimento nas unidades, levou pacientes com doenças simples a procurar atendimento no Pronto-Socorro Central (PSC).

Sobrecarregada, a unidade vivia superlotada e virou alvo de manifestações freqüentes. Pacientes chegaram a quebrar os vidros do PSC e fecharam suas portas em protesto. A situação só começou a ser revertida no segundo semestre do ano passado.

Gomes acredita que uma crise semelhante não vai ocorrer neste ano. “O aumento das filas e das críticas nas unidades básicas é realidade. mesmo com a implantação das unidades do Programa Saúde da Família (PSF)”, avalia Gomes.

Para ele, a principal causa é a falta de médicos. Porém, Gomes acredita que com a contratação dos médicos que serão aprovados em concurso, que será realizado domingo,o problema será sanado. “Mas até a efetivação desses médicos, o problema pode persistir”, alerta. O prazo entre o concurso e o médico começar a trabalhar pode chegar a três meses.

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